A DESAFIADORA AGENDA DA CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES FAVORÁVEIS À INOVAÇÃO



*Gilberto Medeiros Ribeiro e Juliana Crepalde



RESUMO: Os professores discorrem sobre os desafios a partir de cinco princípios: a) A mentalidade de iniciante; b) O conhecimento através de prática e experiência; mapeamento de modelos e aprendizados em práticas; c) mapeamento de modelos e aprendizados em práticas; d) da definição de inovação e aplicabilidade de uma criação; e) da polinização cruzada (a transdisciplinaridade ampla, intercultural, universal), f) experiência da UFMG

ODSs 4, 9 e 17 *Educação de qualidade: assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; * Inovação infraestrutura: construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a inovação; *Parcerias e meios de implementação: fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.”


Inovação é talvez um dos temas mais falados nos meios acadêmicos e empresariais. Como uma bala de prata, é vendida como a solução de todos os problemas, sejam estes oriundos de demandas da indústria, sejam aspirações da academia. O termo assumiu dimensões tão genéricas ao ponto de observarmos a popularização de cursos e mentorias que supostamente produziriam os efeitos em apenas horas ou dias de “boot-camps”. Missões para os principais portos, ou “hubs” de inovação tem sido realizadas, com a esperança de que lições aprendidas em uma agenda turístico-empreendedora se revertam em resultados práticos.


A concepção de iniciativas de inovação tem via de regra acontecido por todo o planeta por meio de receitas e visitas, consultorias e imersões, pitches e demo days, replicadas no Brasil sem o necessário aprofundamento das discussões e práticas. Ainda que o sucesso de iniciativas mais superficiais tenha acontecido em várias instâncias, o que no entanto parece escapar seria a definição de princípios e práticas, no lugar de receitas, por vezes enquadradas como metodologias milagrosas. Tais iniciativas tem o mérito indiscutível de trazer o assunto para o debate e sensibilizar a sociedade sobre caminhos possíveis para ações que promovam a inovação e o empreendedorismo, mas sem um aprofundamento de princípios e práticas que viabilizem uma maior apropriação dos conceitos de forma agnóstica e geral.


Ambientes de inovação, propícios para fertilizar iniciativas a partir da organização de ativos como capital intelectual, capital físico e tecnologias, constituem bases sólidas e de longo prazo, requisitos essenciais para o sucesso do ato de inovar trazendo soluções tecnológicas. Tais ambientes podem e devem estar preparados de forma a fornecer apoio para as diversas ações necessárias para a desafiadora trajetória que vai desde a etapa de concepção de uma solução tecnológica até a sua efetiva inserção competitiva no mercado.


Em seu serendipismo, a gênese de vários ambientes de inovação ao longo da história – Florença na Renascença, Paris na Belle Epoque, ou em San Francisco no movimento de contracultura, observou uma sincronicidade intensa em movimentos artísticos e científicos, paralelamente ao caráter cosmopolita destes centros. A correlação não implica em causalidade, mas alguns princípios talvez possam ser verificados nestes casos, haja visto que a simples mímica nunca irá reproduzir os mesmos resultados. Desta forma, importante destacar alguns princípios que precisam estar vívidos em tais ambientes.


Princípio 1: mentalidade de iniciante. Shunryo Suzuki chegou a California em 1959, um ano após a publicação de Dharma Bums por Jack Kerouac, um dos idealizadores do movimento Beatnick de contra-cultura. Suzuki é considerado um dos principais responsáveis pela difusão de práticas de Zen budismo nos EUA, reunidas em seu livro “Zen Mind, Beginner's Mind”, uma compilação de suas apresentações no centro Zen Budista em Los Altos. A essência do vale do silício é compilada pelo prologo: “In the beginner’s mind there are may possibilities, but in the expert there are few.”, e depois expandida no livro “From Satori to Silicon Valley”, de Theodore Roszak. A mente do iniciante é aberta, uma página em branco onde o impossível não é definido a priori. O inovador do vale do Silício possui a mente do iniciante, e por vezes mal interpretada como “fracasso é bom” por vários entusiastas da inovação. O correto é que todo iniciante corre o risco de fracassar.


Princípio 2: conhecimento através de prática e experiência. Malcolm Gladwell em seu livro “Outliers” descreve que são necessárias 10.000 horas para que alguém com aptidões consiga se tornar proficiente em um dado ofício, e Cal Newport desmistifica o conceito disseminado de “seguir sua paixão”, explicitando que a paixão surge a partir de habilidades e o trabalho árduo em adquiri-las. Formas de acelerar ou otimizar existem a partir de mentorias no espírito ilustrado por mestre-aprendiz como Boyle-Hooke, Freud-Jung, por exemplo, mas não existem atalhos. O princípio 1 parece contradizer o princípio 2, mas o caso de Freud e Jung melhor ilustra como a mentoria se dá de forma não passiva, dado que do trabalho de cada se originaram distintas correntes em psico-análise. Portanto, não se consegue inovar sem experiência e ao mesmo tempo abertura para se perguntar e questionar tudo.


Princípio 3: mapeamento de modelos e aprendizados em práticas. Missões e receitas parecem à primeira vista como problema resolvido. Por esta razão as diversas missões a portos de inovação raramente resultam em resultados práticos, pois é extremamente difícil se realizar o mapeamento de uma pratica em uma dada localidade e implementa-la em outra, sendo as nuances perdidas no processo de tradução.

Um outro exemplo congrega normativas, como por exemplo o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (MLCTI) que aparece para amenizar os entraves legais. Entretanto, apesar de representar um ingrediente essencial para o Brasil avançar no tema da inovação e nas parcerias entre os setores público e privado, isoladamente o MLCTI não é resposta suficiente para atingir os resultados de inovação necessários para o progresso do país. De fato, o MLCTI atua como um dos pilares que deve estar ancorado em um ambiente fértil, que acomoda a trajetória da inovação desde o apoio para pesquisa básica de qualidade, como as etapas que precisam ser enfrentadas pelas empresas, e alinhadas com as necessidades de seus respectivos setores tecnológicos. Com efeito, a cadeia para inovar em setores como da biotecnologia, se difere dos desafios para inovar por exemplo em Tecnologia da Informação, e as diversas áreas precisam ser pavimentadas de acordo com suas respectivas idiossincrasias.

No processo de tradução ou mapeamento o que se espera é que as devidas apropriações devam ser feitas, e no caso do MLCTI foi exigida a regulamentação interna em cada Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). Assim, cada ICT deverá construir sua respectiva política, e para tal tarefa é necessário estar atendo ao fato de que não há fórmulas prontas.

Desta feita, é necessário que na construção das políticas de inovação, sejam discutidas e observadas as respectivas vocações, históricos e DNA destas instituições. As ICTs são no contexto do Sistema Nacional de Inovação (SNI) sujeitos fundamentais para a constituição de ambientes de inovação, e a efetiva apropriação das possibilidades de arranjos de inovação trazidas pelo MLCTI, está adstrita a uma construção de política de inovação que reflita claramente as estratégias da respectiva ICT para o necessário aporte de seu capital intelectual, tecnologias e infraestruturas para setores tecnológicos estratégicos. Assim, tais políticas precisam superar a discussão superficial e a ilusão de que metodologias prontas e importadas serão suficientes para atender a robustez de ações necessárias para tais ambientes serem prósperos em suas ações.


Principio 4: da definição de inovação e aplicabilidade de uma criação. Em 2000, Prof. Herbert Kroemer da Universidade da California, Santa Barbara, em seu discurso do prêmio Nobel apresentou um importante conceito na definição do que seria uma tecnologia inovadora em seu Lema de Nova Tecnologia: “As principais aplicações de uma tecnologia suficientemente nova e inovadora sempre foram - e continuarão a ser – aplicações geradas por aquela tecnologia”. Do ponto de vista prático em se estabelecendo uma iniciativa inovadora, o que se entende deste lema, verificado em exemplos como a invenção do laser e do transistor, por exemplo, é de que uma atividade focada em buscar uma solução para um problema na melhor das hipóteses se reverte em uma melhoria incremental. Não se decide a priori o que será descoberto. As maiores e mais inovadoras aplicações surgem a partir da invenção, e não o contrário. Um dado interessante apresentado em um estudo realizado nos EUA pela câmara de estudos George W. Bush revelou que projetos realizados com participação de empresas via de regra geravam proporcionalmente um menor impacto em inovação que projetos de cunho mais acadêmico. Este fato está em consonância com o princípio 1, e pode ser disposto da seguinte forma – se você sabe o que você quer resolver, você não poderá acessar nada além daquele restrito universo. Este é um ponto de interessante reflexão a modelos como EMBRAPII, que cuidam de estágios de maturidade mais avançados. Mas, quem cuidaria de renovar o poço de conhecimento?


Princípio 5: da polinização cruzada. Nos 3 casos supracitados – Florença, Paris e San Francisco, observa-se sempre pareados expoentes como Da Vinci e Michelangelo, Curie, Pasteur e Picasso, Gertrud Stein. O caso de San Francisco e vale do Silício é discutido por John Markoff em como o movimento de contra-cultura formatou o modus operandi daquela região, tendo o “Whole Earth Catalog” (WEC) como uma de suas expressões mais significativas para semear um enorme espectro de conhecimentos e tecnologias. Em sua primeira edição de 1968 além de geodésicas de Buckminster Fuller, WEC trata de agricultura orgânica, molécula do LSD, e como construir um computador pessoal, apresentadas como um manifesto para munir as pessoas com uma caixa de ferramentas para que estas consigam se manter independentes de grandes instituições, que foi um dos propósitos de seu autor, Stewart Brand. Em síntese, um pensamento monocromático avesso a polímatas, diversidade e transdisciplinaridade impede que inovações de fato ocorram.


Os princípios brevemente descritos servem de inspiração na gestão da inovação da UFMG. O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade, a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) é o locus que apoia a execução da política de inovação institucional da Universidade. Em sua trajetória, a CTIT tem buscado fortalecer o ambiente institucional de inovação e empreendedorismo da UFMG, ancorada na missão precípua da Universidade que é transformar a sociedade a partir do conhecimento que gera. Importante frisar a distinção entre apoio e execução: o sujeito ator que de fato executa a inovação é o professor, o técnico, o aluno que se envolvem na pesquisa.


Experiência da UFMG em Política de Inovação e fomento a inovação

Ao longo dos últimos 20 anos, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) alcançou importantes resultados em matéria de CT&I, focada na gestão qualificada dos ativos gerados a partir de suas pesquisas. Para apoiar suas ações, a UFMG foi uma das primeiras instituições a constituir sua Política de Inovação, em atendimento ao MLCTI, a qual é o instrumento que habilita a execução das parcerias regulamentadas no marco normativo, e direciona as ações estratégicas da Universidade no campo da inovação e empreendedorismo. E para apoiar a execução de sua política, a UFMG possui seu Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), que atua a partir de ações como: 1) implementação de instrumentos jurídicos que conferem segurança às interrelações dos partícipes; 2) fomento ao trabalho em rede com outras instituições e fóruns afins e 3) iniciativas na área de proteção, valoração e licenciamento de ativos de propriedade intelectual.


Estratégias para fomentar Ambientes de Inovação

A transferência de tecnologia ocorre via apropriação de conhecimento para a transformação de resultados de invenção tecnológica em inovação, na forma de novos produtos, processos e serviços. O fluxo pelo qual se dá esta apropriação pode ser visto pelo esquema apresentado na Figura 1. Como entradas do sistema, temos os resultados da pesquisa, das atividades conduzidas na infraestrutura e o capital intelectual, que quando protegidos são convertidos em ativos de propriedade intelectual. O processo de transferência ocorre por meio da análise dos eixos técnico, comercial e jurídico, incluindo governança. O eixo jurídico abrange o corpo de instrumentos necessários previstos no MLCTI, já o aspecto de governança, permite o adequado acompanhamento pela UFMG e instituições parceiras das etapas que envolvem a cadeia da transferência tecnológica. A saída é representada pelos instanciadores da Propriedade Intelectual-PI, como empresas e parceiros, incluindo startups e spin-offs geradas a partir de tecnologias da UFMG




As estratégias envolvem ações de treinamentos e capacitação nos mais diversos níveis, cobrindo desde Recursos Humanos (RH) dos stakeholders, disciplinas de graduação e pós-graduação e atividades em diferentes níveis escolares direcionadas ao público discente, até o corpo docente com workshops e eventos de disseminação da cultura empreendedora. Em relação a este último público, são essenciais por serem amplificadores e propagadores da cultura.

Por fim, a UFMG e da mesma forma qualquer outra ICT pode oferecer prestação de serviços como forma de estreitar a relação com as empresas, o que permitirá a prospecção de projetos de parceria de maior complexidade. A prestação de serviços pode ser utilizada para complementar as atividades de transferência de tecnologia, a partir da realização de testes de validação de tecnologia, prototipagem, dentre outras ações necessárias para percorrer a trajetória da invenção a produto.


As estratégias envolvem ações de treinamentos e capacitação nos mais diversos níveis, cobrindo desde Recursos Humanos (RH) dos stakeholders, disciplinas de graduação e pós-graduação e atividades em diferentes níveis escolares direcionadas ao público discente, até o corpo docente com workshops e eventos de disseminação da cultura empreendedora. Em relação a este último público, são essenciais por serem amplificadores e propagadores da cultura.

Por fim, a UFMG e da mesma forma qualquer outra ICT pode oferecer prestação de serviços como forma de estreitar a relação com as empresas, o que permitirá a prospecção de projetos de parceria de maior complexidade. A prestação de serviços pode ser utilizada para complementar as atividades de transferência de tecnologia, a partir da realização de testes de validação de tecnologia, prototipagem, dentre outras ações necessárias para percorrer a trajetória da invenção a produto.


Instrumentos para a interação com empresas e outras instituições


O NIT apoia o processo de transferência dos ativos de propriedade intelectual e na negociação das parcerias que envolvem a ICT.

Paras as ações de interação com empresas temos os principais instrumentos:

  • Acordo de Parceria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I): propõe a execução conjunta de atividades de pesquisa científica e tecnológica e de desenvolvimento de tecnologia, produto, serviço ou processo por meio da cooperação entre os partícipes (art. 9º da Lei de Inovação). Esse tipo de instrumento demanda a elaboração de um plano de trabalho.

  • Contrato de transferência de tecnologia: tem por objetivo conceder a terceiros o direito de uso ou de exploração de criação desenvolvida pela UFMG, isoladamente ou em parceria, para fins de desenvolvimento, produção e comercialização. São formalizados mediante assinatura de Contrato de Transferência, Licenciamento ou Cessão, no qual são definidas as condições para a exploração da PI. Usa PI pré-existente ou regulariza a transferência da PI codesenvolvida em parceria.

  • Autorização de teste: possibilita que terceiro interessado em uma tecnologia de titularidade da UFMG possa testá-la sem ônus e sem o direito de comercialização, com o intuito de verificar a viabilidade de sua posterior transferência.

  • Uso de infraestrutura/Ambiente de inovação: autoriza, permite ou concede o uso de laboratórios, equipamentos, instrumentos, materiais e demais instalações existentes por outras ICTs, empresas ou pessoas físicas voltadas para atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, mediante contrapartida e por prazo determinado.

  • Encomenda Tecnológica: encomendas por parte da administração pública de uma solução a um determinado problema tecnológico, envolvendo risco tecnológico para a concretização do projeto encomendado, e para a qual ainda não haja solução disponível, com existência de incerteza. Podem ser contratadas ICT pública ou privada, entidades de direito privado sem fins lucrativos ou empresas, isoladamente ou em consórcio, desde que voltadas para atividades de pesquisa e de reconhecida capacitação tecnológica no setor. Instrumento que otimiza alinhamento de expectativas e usado largamente no exterior.


Conclusão


Qualquer iniciativa voltada para o fomento a inovação e arranjos que vise a construção de uma cadeia de suprimento de conhecimento deve atentar a dois importantes aspectos: a) o aspecto estratégico, pensado conforme os princípios aqui descritos e ainda na vocação regional em que se insere a ICT e dois; b) o aspecto operacional, que passa pela questão da legislação que rege as ações em CT&I no Brasil e ainda a política de inovação da ICT, além de questões de gestão e acompanhamento de projetos de inovação. Estes pontos devem possuir um substrato construído a partir dos princípios que ainda que não venham a exaurir as possibilidades, podem ser considerados gerais e que maximizem e acelerem o sucesso de iniciativas em inovação.


Por fim, ressalta-se que não há fórmulas prontas, e que o caminho apesar de ser árduo, sua construção é imprescindível para que o País tenha condições de progredir em suas vocações por meio de ações de inovação e empreendedorismo.


*Gilberto Medeiros Ribeiro e Juliana Crepalde

Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica-CTIT, Núcleo de Inovação Tecnológica da UFMG



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